quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Por que a TV digital não emplaca no Brasil

Conversores caros e complicados, áreas de sombra, poucas opções de canais e até a falta de interatividade atrapalham o caminho da TV digital no Brasil.

Iniciada em meados de 2007, a TV digital (DTV) no Brasil já tem dois anos e ainda engatinha, lentamente. Preço alto dos conversores, atraso no cronograma de implantação, não padronização da transmissão, perda de sinal e dificuldade de instalação são alguns dos empecilhos enfrentados pelos telespectadores.

A penetração da TV digital neste um ano de operação não atingiu as expectativas. Contribuiram para isto o preço dos conversores, as dificuldades de cobertura e a quantidade limitada de programas.

O preço dos conversores se mostrou um desafio para a popularização da TV digital no Brasil. Os set-top-boxes tiveram preço médio avaliado entre R$ 700,00 e R$ 800,00.

Com uma média de 3,5 usuários por aparelho, o Brasil tem 40 milhões usuários de TV, destes, apenas 250 mil, 0,3% do total, recebem o sinal digital implantado em 2007.

Concordo com Gustavo Gindre, um dos representantes da sociedade civil no Comitê Gestor da Internet no Brasil e integrante do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, a baixa atratividade da TV digital é causada pelo modelo equivocado adotado aqui.

O uso do padrão japonês de modulação, juntamente com a opção da nova tecnologia feita pelas emissoras, não oferece ao telespectador interatividade automaticamente integrada com o aparelho.

A única vantagem da DTV brasileira é a imagem com alta qualidade e, por isso, enfrenta concorrência de outras mídias que oferecem mais canais e funcionalidades interativas, como a TV por assinatura, IPTV e a internet.

“A TV digital aberta no Brasil é a velha TV aberta analógica, apenas com uma imagem melhor – e, mesmo assim, somente onde não há áreas de sombras”, nas palavras de Gindre.

Grandes oportunidades de transformações foram negligenciadas em por conta dos interesses dos radiodifusores e não há razão para que o cidadão deseje comprar um set top box.

Se quer serviços interativos, o usuário tem a internet. Se quer muitos canais, vai para a TV paga ou para a TV a Gato. Por essas e outras, a penetração da TV digital aberta ainda é baixíssima e não há perspectivas realistas da curva de adoção mudar nos próximos anos.

Mesmo nos principais centros urbanos a cobertura de antenas é deficiente, seja por características topográficas, comuns em áreas com acidentes geográficos como o Rio de Janeiro, ou por extensão de área e mistura de sinais, comuns em São Paulo.

Isso se deve, principalmente, pelo fato que as antenas, emissoras e receptoras, precisam ter visibilidade direta entre si para otimizar a recepção do sinal digital. Se há prédios, árvores ou outros obstáculos entre as antenas o sinal pode ser anulado.

A escolha e a instalação da antena são complicadas, podendo ser de diferentes modelos UHF, com ou sem uso de amplificadores, externos à residência fazendo uso de mastros para elevá-la, evitando obstáculos entre ela e a transmissora.

Maíra Bagnariolli

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Ações no PDV podem e devem ser mensuradas

O ponto-de-venda será sempre um dos momentos mais importantes entre uma marca e o seu consumidor. Muitas ações são feitas neste espaço com o objetivo de aproximar o shopper da marca e transformá-lo em cliente. Mas, medir essas ações no ponto-de-venda é uma tarefa difícil que está sendo realizada pela ToolBox – Métricas de Ponto-de-Venda. Prova de sua eficiência e importância é que só em 2008 a empresa realizou auditoria em 30 mil PDVs de 400 cidades do Brasil.

O foco da ToolBox é monitorar e mensurar as ações feitas nos estabelecimentos com relação à gerenciamento de categorias, reposição de produtos e contemplar todas as ações de Marketing que influenciem o comportamento do consumidor de alguma maneira no PDV, desde a motivação de equipes até a iluminação de uma loja.

Para atingir as métricas de um ponto-de-venda basta avaliar a operação do varejo e do shopper marketing. A operação do varejo é baseada na reposição contínua de produtos e na conexão direta entre o estabelecimento e o fornecedor, enquanto o shopper marketing é, basicamente, o trabalho de gerenciamento de categorias e todos os estímulos feitos ao potencial comprador.
Foco em shopper marketingPara alcançar o objetivo de mensurar ações no ponto-de-venda, a ToolBox acredita que é preciso estar focado em aplicar e medir ações de shopper marketing. “Quem faz isso hoje no varejo físico é o Walmart, que foi a primeira rede que informatizou o contato com o consumidor para saber quanto vendeu, a margem que ganha e também a que perde.


Transformar isso em shopper marketing é pegar essas informações de venda de hora em hora e ligar com ações e eventos que acontecem no PDV”, explica Rafael D'Andrea (foto), Diretor de Desenvolvimento da ToolBoxTM - Métricas de Ponto-de-Venda, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A informação gerada no PDV é caótica e o objetivo da ToolBox é entender o que acontece, mas que não aparece no sistema informatizado. De acordo com D'Andrea, o varejista até consegue fazer o controle de uma ou duas lojas, mas em uma rede outras variáveis influenciam como a reação do shopper durante determinada ação."Com a ajuda da tecnologia o trabalho é facilitado porque hoje, em cinco minutos, é possível detectar o trânsito de pessoas na loja, se uma gôndola faz o consumidor parar na frente dela, quais as gôndolas com menos e mais fluxo de consumidores. Os principais indicadores no PDV estão dividos entre a ótica do varejista e da indústria”, diz D'Andrea.

Na indústria, os indicadores mostram que é preciso investir bem o dinheiro e o shopper marketing é uma alternativa já que oferece mensuração imediata de resultados. “A degustação não faz parte de uma ação de shopper marketing porque ela apenas aumenta o volume de pessoas na loja e, em geral, este aumento não paga o valor da ação”, aponta o Diretor de Desenvolvimento da ToolBox.

Indústria X VarejistaExistem duas formas de avaliar uma ação no ponto-de-venda. Uma é a visão da indústria que está inteiramente voltada para o retorno sobre o investimento. Já o varejista está de olho no volume de pessoas na loja durante o período de determinada ação. Neste caso, o varejista continuará fazendo ações de degustação porque vale a pena. “Se colocarmos na ponta do lápis, veremos que metade dos displays não chegam ao ponto-de-venda. A gestão do ponto-de-venda tem que ser medida por métricas para saber quantas ações de fato estão sendo bem feitas e se o conceito da ação está implementado ou não no PDV”, afirma Rafael D'Andrea ao site.

A Reckitt Benckiser é uma das empresas que compõem o portfólio da ToolBox e, segundo D’Andrea, trata-se de uma companhia "maníaca" pelo PDV devido à força de suas marcas e à presença delas nos pontos-de-venda. “Fazemos a métrica da execução da equipe deles no PDV em todas as lojas. Treinamos o pessoal, damos condições e estrutura através de incentivo e métricas. Se uma empresa não consegue criar estímulos reais objetivos, não tem como aferir resultados”, avalia.

Como principal produto da ToolBox, D’Andrea destaca a mobilização de equipes em um objetivo comum. Assim como a auditoria do ponto-de-venda, isto gera indicadores como o espaço da gôndola, preço, preço dos concorrentes, se tem ou não promoção, tablóide, entre outros. “Amarramos essas informações estatísticas com as que foram adquiridas para aquele cliente, naquele dia, naquela hora. Mostramos um mapa de como está a distribuição das promoções”, ensina.

Mobilização de equipesNa medida em que se esgotam as possibilidades de crescimento nas estratégias no ponto-de-venda, é necessário trabalhar e melhorar pequenos incrementos. Mesmo para produtos mais maduros, que já têm penetração alta e distribuição firmada nos PDVs. “Temos um painel que mostra o perfil dos nossos clientes e isto é bom para direcionar as estratégias. Identificamos o perfil para facilitar a segmentação no canal e para a empresa criar ações específicas”, conta o executivo da ToolBox.

Outro case da empresa foi feito para a Kimberly-Clarck. Após três anos na carteira de clientes da ToolBox, a companhia conseguiu alavancar em 15% as vendas de absorvente na rede Carrefour. “Neste caso, trabalhamos apenas com redução de ruptura e na mobilização da equipe com incentivo e auditoria de PDV. Já na Reckitt, fizemos um programa de excelência de distribuidores para medir resultados de venda. Sem os indicadores para construir os resultados, não se sabe por que uma ação deu certo ou errado”, explica Rafael D’Andrea.

Se o shopper é um potencial consumidor que está decidindo o que comprar no ponto-de-venda, uma ação de shopper marketing nada mais é do que, basicamente, converter aquele momento em venda. "Aumentar o movimento de pessoas em um PDV pode significar mais vendas, porém, melhorar os aspectos que influenciam o comportamento do shopper será mais eficaz. O corredor de uma loja tem que ter poder de atração, a gôndola tem que fazer o shopper parar em frente a ela e o fabricante tem que fazer com que o shopper escolha o seu produto. Este é o ciclo do varejo”, completa D’Andrea.

Maíra Bagnariolli

Após reclamações, Havaianas tira "sexo" da TV

Anunciante estréia peça explicativa protagonizada pela "avó" que causou a polêmica


Estreou nesta segunda-feira, 21, novo comercial de Havaianas, protagonizado pela avó do filme anterior, que mostrava uma conversa dela com a neta sobre o galã Cauã Reymond.


A nova peça, também criada pela AlmapBBDO, é uma resposta às reclamações de telespectadores que se sentiram ofendidos pelo papo sobre sexo entre neta e avó.No filme que entrou no ar no dia 9 deste mês (veja aqui), a avó reclama que a neta está de Havaianas Fit no restaurante e, após a chegada de Cauã Reymond, comenta que a moça "tinha que arrumar um rapaz assim". A neta argumenta que "deve ser muito chato casar com famoso", ao que a avó responde: "Mas quem falou em casamento, eu estou falando em sexo". Diante da reação de surpresa da neta, a avó retruca: "Depois eu é que sou atrasada".

Além de surpreender uma parte da audiência televisiva, o comercial desagradou uma ala mais conservadora, que passou a reclamar com a agência, o anunciante e até com o Conar (a ação impetrada no órgão ainda não foi julgada).Diante da repercussão, o anunciante resolveu tirar o filme do ar. Em seu lugar, estreou novo comercial no qual comenta a polêmica (veja aqui).

A mesma atriz que encarnou a avó aparece com um notebook e explica a decisão do anunciante: "Algumas pessoas reclamaram da propaganda das novas Havaianas Fit. Em respeito a elas, Havaianas decidiu tirar o comercial da TV. Por outro lado, algumas pessoas adoraram a propaganda. Em respeito a elas, Havaianas decidiu manter o comercial na internet. Democrático, né! Se você quiser assistir o comercial, entre no site. Viu como eu sou moderninha".

Na AlmapBBDO, o primeiro comercial foi criado pela dupla Rynaldo Gondim e André Nassar, com direção de Marcello Serpa. E o segundo por Gondim e Serpa. Ambos tiveram produção da Cine, com direção de Clovis Mello.

Maíra Bagnariolli

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Samsung traz para o Brasil o primeiro aparelho alimentado por energia solar



Líder em inovação tecnológica, a marca lança o modelo Samsung Solar, que estará disponível nas lojas TIM de todo o País ainda este mês a Samsung e a TIM reforçam seu comprometimento de trazer soluções ecologicamente amigáveis para o mercado brasileiro e lançam o primeiro aparelho que permite ao usuário carregar a bateria com energia solar. Trata-se do Samsung Solar (E1107), apresentado na Coréia em junho.


“O Samsung Solar é mais uma prova de que a comunicação não tem limites e que o uso combinado de tecnologia e recursos naturais proporciona cada vez mais benefícios aos consumidores. Uma alternativa em telefonia móvel, resultado de constantes investimentos em pesquisa e desenvolvimento e que ganha espaço no mundo todo”, afirma Silvio Stagni, Vice-Presidente da Divisão de Telecom da Samsung.

“Com esse lançamento, a TIM segue sua linha pioneira e inovadora para oferecer a seus clientes as melhores opções de telefonia. O produto está em linha com os objetivos da TIM de estimular o consumo consciente e de dar alternativas para os usuários com foco em sua estratégia de sustentabilidade”, diz Rogerio Takayanagi, diretor de Marketing da TIM.

Com design compacto, formato barra e ergonômico, o Solar (E1107) traz em seu sistema uma placa capaz de transformar a energia solar com autonomia para proporcionar aos usuários conversação de voz ininterrupta, entre 5 a 10 minutos, após ser carregado por uma hora.

O Samsung Solar oferece ainda uTrack (que envia mensagens em formato SMS para um número pré-determinado, alertando o usuário sobre a utilização do aparelho, o que facilita seu rastreamento em caso de perda ou roubo) e SOS Message (que permite enviar uma mensagem para contato pré-selecionados para emergência, com o toque de apenas um botão) para a segurança dos usuários.

O Solar (E1107) conta com recursos básicos multimídia como rádio FM e toques MP3, além de lanterna embutida. O modelo chega às lojas da TIM ainda neste mês e poderá sair a custo zero, a partir da contratação do plano Infinity 60 (preço referente à São Paulo).


Maíra Bagnariolli

quinta-feira, 30 de julho de 2009

MOTOTUDO

Em síntese, o prevalecimento das motocicletas em nosso país, e que deverá acontecer nos próximos 5 anos, traduz-se, na expressão, “quando um dos produtos mais indesejados – muito especialmente pelas mulheres – revela-se, simplesmente indispensável, essencial”.

As pessoas precisam chegar, as pessoas precisam ser socorridas, as pessoas precisam ser transportadas, as entregas precisam ser feitas, os negócios não podem esperar, a vida precisa fluir, muito especialmente nas grandes metrópoles do país.

As decisões continuam sendo tomadas a base das estatísticas. As decisões consideram o mal menor não o ideal, mesmo porque o ideal é inalcançável. E os raciocínios são do tipo morre mais de um motociclista por dia nas ruas de São Paulo, mas morreriam muito mais pessoas se eliminássemos, por exemplo, os motoboys da cidade em decorrência dos serviços que deixariam de prestar.Assim como em muitas outras cidades, muito brevemente os moto-táxis serão institucionalizados em algumas metrópoles.

Institucionalizados porque de verdade já existem. Na cidade de São Paulo, por exemplo, milhares de motos de manhã e no final da tarde, no Centro, nos Jardins, na Vila Olímpia, Moema, Ibirapuera, e outros bairros, funcionam como moto-táxis informais.

Motociclistas que dão carona a vizinhos e amigos por uma ajuda de custa para ratear as despesas. E já que existem, e no entendimento da sociedade, melhor formalizá-los e exigir profissionais qualificados e certificados para prestar esses serviços.Agora, e em portaria da Secretaria Municipal de Saúde da cidade de São Paulo, vem a autorização para qualquer profissional habilitado da entidade, para dirigir as MOTOLÂNCIAS. Isso mesmo, não são motociclistas comendo melancia enquanto dirigem. É moto ambulância. Claro, não vão transportar feridos, vão dar o primeiro e mais rápido atendimento às pessoas necessitadas.

Assim como milhares de MOTOCINAS, ligados às empresas de “assistence”, socorrem motoristas de carros quebrados e até mesmo com pneu furado, são as MOTOS OFICINAS.Ou seja, esta é a nova realidade. As motos, as velhas motos, que muitos já imaginavam estarem se despedindo do mundo moderno, que só seriam usadas pelos motoqueiros de alma e coração para passeios nos finais de semana, constituem-se na melhor solução para os problemas do trânsito.E quando isso acontece, o indesejável converte-se em essencial, demônios viram anjos, amaldiçoados e abençoados se confundem.

Xingamos os motoboys quando nos “atropelam” no trânsito, mas não sabemos viver mais sem seus serviços.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Matéria publicada do SINCODIV sobre Qualidade.

Certificações, a certeza do reconhecimento
Publicada em 29/07/2009


Auditorias para homologação e emissão de certificados de Qualidade ajudam a adequar os procedimentos internos a um padrão reconhecido por todo o mercado. Para a obtenção do ISO 9.001 (certificado de implementação de Sistema de Qualidade), por exemplo, há um auditor que avalia todo o sistema produtivo ou de prestação de serviços da empresa, incluindo processos e parte documental. “Em algumas empresas fornecedoras, os próprios clientes enviam especialistas para análise e certificação, de acordo com suas necessidades específicas.

Após uma terceira reprova na homologação ‘você’ está desclassificado. Ninguém perde mais tempo”, relata o especialista em Controle de Qualidade, Cláudio Vicente Soares.

Competitividade e lucro

Nesse contexto, o Controle de Qualidade é praticamente uma exigência para quem quer se manter na ativa. “O segmento de distribuição de veículos é muito competitivo, especialmente em relação aos preços, por isso a promessa de qualidade precisa ser cumprida. É o que determina quem vai ou não seguir no mercado”, defende Maíra Bagnariolli, da área de Comunicação e Marketing da Brasilwagen.

O que é o Sistema ISO?
O ISO 9.001 é um Sistema de Qualidade da ISO (Organização Internacional para Padronização, na sigla em inglês), instituição internacional não governamental que trabalha com processos de padronização, com o objetivo de buscar a excelência na realização das atividades. A ISO já conta com 161 países membros, incluindo o Brasil.

Uma de suas normas de padronização de produtos e serviços estabelece as diretrizes básicas para o desenvolvimento do Sistema de Qualidade, tratando-se do ISO 9.001. Desde 1994 quando foi criada, esta norma sofreu alterações e atualizações que permitiram refinar o trabalho daqueles que a adotam. Entre os requisitos necessários para a certificação das empresas encontram-se:

- Padronização de todos os processos-chave da organização, sejam eles de produção ou de execução de serviços. Todos os processos que afetam o produto e, consequentemente, o cliente devem ser revistos e atualizados;

- Monitoramento e medição dos processos de fabricação para assegurar a qualidade do produto/serviço, utilizando índices e indicadores de performance para corrigir desvios;

- Implementar os registros necessários para garantir a rastreabilidade de todo o processo;

- Inspecionar a qualidade por meios apropriados e se utilizar de ações corretivas quando necessário;

- Revisar sistematicamente os processos e o sistema da qualidade para garantir sua eficácia.
Estes são alguns dos pontos principais exigidos de uma empresa durante a auditoria para sua certificação com o ISO 9.001, o certificado de qualidade. Algumas outras normas eventualmente são acrescentadas, de acordo com o ramo específico da empresa.

Outros sistemas, como para a gestão ambiental (ISO 14.001), também são possíveis de serem implementados e possibilitam algumas vantagens às empresas que extrapolam a administração interna de processos. É o caso da captação de recursos a um menor custo e o ingresso em mercados exigentes, em que a responsabilidade pelo uso de recursos naturais, por exemplo, é critério considerado.

SINCODIV

terça-feira, 28 de julho de 2009

Momento "Merchan" - Venham conhecer!!!


Como todos sabem, gerencio o departamento de MKT de uma holding que tem concessionárias Volkswagen e Honda. Como todo bom funcionário, visto a camisa da empresa e faço "SIM", propaganda delas.


Segue então, um anúncio veiculado no JORNAL DA TARDE da SP JAPAN, falando sobre o lançamento HONDA CITY, NEW FIT e NEW CIVIC.


Maíra Bagnariolli

Há 10 anos, morria David Ogilvy

Uma década após a morte de um dos maiores nomes da publicidade mundial, o seu legado permanece mais vivo do que nunca.


Na terça-feira passada, 21, completaram-se 10 anos da morte de um dos maiores visionários da publicidade mundial.

Em 1999, falecia em seu castelo na França o britânico David Ogilvy, aos 88 anos.Fundador da Ogilvy & Mather em 1948, ainda sob o nome original Hewitt, Ogilvy, Benson & Mather (a empresa adotaria o atual em 1965), ele transformou a empresa em um dos nomes mais relevantes para a publicidade mundial. E o mais impressionante é que ele conseguiu isso tendo feito seu primeiro anúncio apenas com 40 anos.

Antes disso, sua rica experiência de vida englobou desde um emprego como chefe de cozinha, até agente secreto e fazendeiro.Protagonista da primeira abertura de capital de uma agência, Ogilvy acabou saindo do cargo de Chaiman em 1973, aposentando-se. A opção pelo mercado de capitais acabaria resultando na aquisição da empresa pelo grupo WPP de Martin Sorrell em 1989, por US$ 864 milhões, em um processo polêmico até hoje.

Ogilvy chegou a declarar que se tratou de uma "experiência dolorosa, principalmente porque poderia não ter acontecido se eu tivesse resistido à venda de nossas ações 25 anos antes". De qualquer modo, como bom gentleman, ele trabalhou três anos como presidente não-executivo do WPP, pois, como declarou depois, preferiu deixar o orgulho de lado quando a batalha estava perdida.Mesmo com o entrave, Sorrell disse, quando da morte de Ogilvy, que poucas pessoas tiveram tanto impacto no mercado publicitário mundial como ele. ?David está ao lado dos grandes, como Bill Bernbach, Raymond Rubicam, Leo Burnett, Stanley Resor, James Webb Young e talvez alguns outros", disse o chefe do WPP.

Quando a agência completou 60 anos no ano passado, foi anunciado um novo conceito global, "Being More David", que indica uma aproximação aos valores de seu fundador. É a prova de que seu legado continua mais vivo do que nunca na publicidade.

Confira algumas de suas frases:

"Se cada um de nos contratar pessoas menores do que a gente, nos converteremos em empresas de anões. Se contratarmos pessoas maiores, seremos uma empresa de gigantes". "A publicidade faz a ponte entre realidade e mágica"


"A menos que a sua campanha contenha uma grande idéia. Ela passará despercibida como um návio à noite".


"Sou considerado um dos mais férteis inventores de grandes idéias,e, no entanto, na minha longa carreira de redator, não tive mais de vinte delas, se tanto".

Maíra Bagnariolli

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Metrô convida usuários para criar campanha colaborativa


Um projeto inteligente que vale a pena ler!




No projeto desenvolvido pela equipe de Estratégia Digital da MPM, cidadãos poderão enviar a um site histórias reais que viveram no Metrô de São Paulo; a melhor narrativa será produzida e veiculada em TV, rádio, mídia impressa e internet.

A MPM estréia no próximo dia 19 de julho, a ação colaborativa “O Melhor amigo de São Paulo”, onde os usuários do Metrô poderão contar histórias que viveram no sistema de trens de São Paulo e enviar para o site http://www.omelhoramigodesaopaulo.com.br/.


A melhor história será produzida e veiculada no segundo semestre de 2009 e fará parte da campanha “Metrô – O melhor amigo de São Paulo”, no ar desde abril desse ano, e que traz histórias reais como a de Isabel, funcionária do Metrô, que há 16 anos fez um parto em plena estação da Sé.


Para chamar os cidadãos para a ação, a MPM programou inserções em diversos sites como UOL, Globo.com, MSN, Guia da Semana, Estadão.com e Folhaonline, além de Mídia Metrô com painéis em estações e trens. O concurso vai até o dia 30 de agosto e uma comissão do Metrô vai avaliar as melhores histórias.

Em paralelo ao concurso, a campanha “Metrô – O melhor amigo de São Paulo” volta a TV aberta com dois novos filmes a partir do dia 19 de julho. Desta vez, os trabalhos destacam os princípios da Segurança e Respeito da Companhia.


O filme Segurança ,por exemplo, mostra o dia-a-dia do segurança Willian Roberto Vieira. “Nosso trabalho é monitorar 900 câmeras espalhadas por todas as estações. Todas as informações são centralizadas aqui (Centro de Controle Operacional).


A nossa atuação é muito positiva e esse trabalho faz com que o nosso índice seja de 1,4 casos por milhão de pessoas”, diz Vieira. O trabalho mostra ainda que a segurança do Metrô de São Paulo é referência mundial.


Maíra Bagnariolli

terça-feira, 14 de julho de 2009

UAU! Mídia e Mono 3D criam holografia interativa em evento da Barbie




Em evento da Barbie (clique aqui) realizado pela Mattel, a UAU! Mídia e a Mono 3D lançaram o Free Format Live Animation, que simulou uma holografia da boneca Barbie com 1,70m de altura, capaz de interagir com o público presente na Casa Petra, local da festa.

A holografia era controlada por um operador posicionado em um local que o público não pudesse enxergá-lo e de onde comandava as ações da boneca, que trocava de roupa, sentava, colocava uma mochila, entre outros movimentos.

A Barbie também conversava com o público por meio de uma atriz que dublava a holografia, em um sincronismo perfeito entre a voz real e os movimentos da boca virtual, que davam vida à boneca mais famosa do mundo.

Segundo o diretor da UAU! Mídia, Marcelo Gebara Stephano, trata-se de uma série de integrações de tecnologia de ponta, entre elas, a holografia Free Format. “Usamos a plataforma de holografia Free Format que representamos com exclusividade no Brasil. Além de criarmos um efeito impressionante, conseguimos tornar financeiramente viável o uso da tecnologia em eventos e ações promocionais de pequeno, médio e grande porte” analisa.

Além da Barbie virtual, a empresa já desenvolveu projetos holográficos para a Palm, CSU, Robert Wong, Solvi, Sul América, entre outros. Destaque para o leilão de gado holográfico realizado pela cantora Ivete Sangalo, conhecido como Leilão Levanta Poeira.

Mais informações no site http://www.uaumidia.com.br/


terça-feira, 7 de julho de 2009

Miolo Wine Group por Ronaldo Fraga






A Competence anuncia a Campanha de Inverno da Miolo Wine Group, que prossegue a parceira de sucesso com o estilista Ronaldo Fraga.





Utilizando os croquis desenvolvidos pelo famoso estilista– especialmente para “vestir” garrafas de vinhos tintos–, a agência adotou o conceito “Miolo veste Fraga”, em que alia-se moda e estilo ao charme e o sabor de degustar um bom vinho tinto durante o inverno.





A campanha poderá ser vista em nível nacional nas revistas segmentadas do setor, revistas de Bordo da TAM e GOL. Também serão veiculados anúncios no Jornal Estado de São Paulo, além das peças de PDV, que podem ser conferidas no mês de Julho.



Ficha técnica
Anunciante: Miolo Wine Group
Agência: Competence
Direção de Criação: Marcelo Pires
Direção de Arte: Taina Hagemann
Redação: Keigiro Ueno
Produção Gráfica: Guilherme Loureiro
Mídia: Carla Azevedo, Camile Marchezani, Camila Machado
Planejamento: João Satt, Pablo Fontoura
Atendimento: Jeanini Pedroso, Fernanda Morais
Arte-final: Guilherme Charão
Fotografia/ilustração: Molinos e Lima / Ronaldo Fraga
Aprovação (cliente): Adriano Miolo


Maíra Bagnariolli

Sinc e LG utilizam o Twitter em estratégia inovadora









A agência digital Sinc criou uma ação cultural para a LG que utiliza o Twitter para dar cara nova aos tradicionais concursos. Para concorrerem a 3 televisores LG, os usuários devem responder para @perdendoagora, ou direto na home do Twitter, à pergunta “O que você está perdendo agora?” .




Essa ação integra o conceito CPP – Clube dos Perdedores de Programa, criado pela Sinc para as ações de lançamento da TV Time Machine Digital, que permite gravar a grade televisiva em alta definição. No bem-humorado site do CPP, sede da ação, o usuário também pode participar de reuniões e assistir depoimentos de quem não consegue sair de casa por não querer perder seu programa favorito. Lá também é possível conhecer os 5 passos que prometem trazer de volta uma vida social, graças à LG Time Machine.




Fullpack cria logomarca da ONG "RIO INCLUI"



“A cidade ao acesso de todos”. Esta é a assinatura da Ong Rio Inclui, Obra Social da Cidade do Rio de Janeiro que tem como missão, entre outras ações, desenvolver projetos de acessibilidade voltados a crianças e adolescentes portadores de deficiências.


Tendo como diretriz a inclusão social, a Ong é presidida pela Primeira-Dama da Cidade, Cristine Paes. A logomarca Rio Inclui foi criada pelo Designer e Presidente da fullpack Comunicação, Mauricio Marquez.


Foram desenvolvidos ainda materiais de papelaria e cartões com a nova identidade visual, que utiliza ícones do Rio de Janeiro para humanizar a marca e promover o conceito de felicidade, união e de que somos todos iguais nas diferenças.

Parabéns pela atitude e pela concientização na inclusão de deficientes físicos.